O movimento já começou. Mais de 1 milhão de ingressos vendidos na pré-venda. Impacto econômico estimado em US$ 40,9 bilhões globalmente. A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, com 48 seleções disputando o título em três países simultaneamente.
Esta não é apenas mais uma Copa do Mundo. É a reconfiguração de um ciclo econômico que afeta diretamente captação, locação de curto prazo e estratégias de engajamento comercial.

A Oportunidade Invisível de Um Evento Transcontinental
A Copa do Mundo de 2026 acontecerá entre 11 de junho e 19 de julho, distribuída em 16 cidades nos Estados Unidos, México e Canadá. Serão 104 partidas ao longo de 39 dias, a maior edição da história do torneio.
Estimativas apontam impacto de US$ 17,2 bilhões sobre o PIB americano, com setores de bens imobiliários e varejo juntos contribuindo com US$ 3,4 bilhões.
Mas a oportunidade não está apenas nos países que sediam o torneio. Três em cada quatro brasileiros colocam a casa como o lugar preferido para assistir aos jogos do Brasil na Copa. O dado expõe uma realidade que imobiliárias ainda não exploraram estrategicamente: o imóvel se torna epicentro da experiência de consumo durante o Mundial.

A expectativa é que mais de 380 mil hóspedes usem plataformas de hospedagem durante a Copa, gerando impacto econômico estimado em US$ 3,6 bilhões nas cidades-sede.
Veja também como o Ecossistema Neymar Jr. está redefinindo o mercado de luxo em Santa Catarina e as oportunidades que grandes eventos criam para o setor imobiliário.
Sua imobiliária já estruturou planejamento comercial para os próximos meses?
A diferença entre capturar e perder oportunidades durante a Copa do Mundo pode estar na decisão que você toma hoje.




